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Evidências bíblicas da doutrina da soberania de Deus

07/06/2012

1. O domínio de Deus sobre a natureza e a criação:

Gn 1-2: o Deus que criou também ordena e sustenta o universo criado (cf. Sl  33.6-9; Hb 1.3).

Gn 6-8: pela mesma palavra que Deus criou, Ele desfez e refez a criação, sendo capaz de julgá-la novamente (cf. 2Pe 3.5-7)

Ex 7-12: só existe um Deus que domina as águas (7.20-25), os animais (8, 10.1-20), a saúde dos animais e das pessoas (9), os céus (10.21-29) e a vida (11-12)

Ex 12.12; 15.11; 18.11; 20.3 = não há outro Deus que se compare a Ele!

Is 40-48: o Deus verdadeiro é aquele capaz de discernir e de estabelecer a Sua  vontade sobre a criação (cf. Is 40.25; 41.23; 43.13; 46.10 = singularidade,  presciência e determinação da vontade divina; veja também Is 14.24, 26-27)

2. O domínio de Deus sobre o curso da História:

Sl 33.10-11; Pv 21.1: os desígnios de Deus permanecem para sempre, mas os desígnios dos povos são frustrados e estão à sua mercê.

Is 10.5-19; 45.1-7: tanto os reis da Assíria como os reis da Pérsia foram instrumentos nas mãos de Deus para julgar e para restaurar o povo de Israel

Dn 2.46-47; 4.1-3, 34-35, 37: Nabucodonosor reconhece que só há um cujo conhecimento é perfeito e cuja vontade é irresistível

Ap 4-5: só há um que está assentado no Trono do Universo e que é digno de desatar os selos do Livro da História

3. O domínio de Deus sobre histórias e indivíduos (observe a compatibilidade entre a soberania dos decretos divinos e a liberdade da vontade e da agência humana):

Gn 37-50: Deus usou os desígnios maldosos dos irmãos de José para promover a salvação de Jacó e da sua família (cf. Gn 50.20)

Ex 4-12: Deus deliberadamente endureceu o coração de Faraó para engrandecer o Seu nome perante o Egito e os filhos de Israel (Ex 4.21; 7.3-5, 13, 22; 8.15, 19, 32; etc.) – tanto Deus o predeterminou (Ex 4.21; 7.3; 9.12; 10.20, 27; 11.10; 14.8) como Faraó o fez livremente e deliberadamente (Ex 5.2; 8.15, 32; 9.34).

At 2.22-23; 4.26-28: a crucificação de Cristo foi algo predeterminado por Deus e executado pela ação livre de homens iníquos

4. O domínio de Deus na história da redenção:

Dt 7.6-8: os decretos eletivos e redentivos de Deus dependem da Sua soberania e não do mérito do Seu povo (cf. Dt 9.1-6)

Dt 27-28, 30-31: após descrever as bênçãos decorrentes da obediência e as maldições decorrentes da desobediência (Dt 27-28), Deus predisse a rebeldia de Israel (Dt 31.16) e a transformação do coração de Israel pela Sua mão (Dt 30.6; cf. Jr 31.33-34; Ez 36.26-27)

Mt 11.27; 22.14; Jo 6.37-40, 44: os que buscam o Pai por intermédio do Filho são aqueles que o Pai escolheu por meio do Filho:

Jo 1.12-13; Ef 1.3-5: nossa filiação adotiva é fruto da escolha soberana de Deus

Rm 8.14-17; Jo 3.5-6: a ação do Espírito regenerador, que confirma nossa filiação adotiva, condiz com a Sua vontade soberana

Jo 15.5; Ef 2.8-10: tudo, desde a nossa fé até a nossa obediência, é fruto da graça soberana de Deus

Fp 2.12-13; 2Pe 1.3-11: a confirmação da nossa eleição, por meio do nosso empenho e dedicação, é fruto daquilo que Deus nos concede livremente e soberanamente

Rm 8.28-30: todo o processo da nossa redenção – i.é. nossa eleição, nosso  chamado, nossa justificação e glorificação – é garantido pelas promessas soberanas de Deus

Rm 9.20-23: a Deus compete criar e preparar vidas tanto para a glória como para a perdição

At 13.48; 16.14: a resposta favorável ao Evangelho é fruto da ação soberana de Deus

5. O propósito da criação, da revelação e da redenção: a glória do nome de Deus

Deus, o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim de toda a criação (Is 44.6; 48.12; Ap 1.8, 17; 21.6; 22.13)

Tudo existe para a glória de Deus (Cl 1.16; Rm 11.36)

O propósito da criação é revelar a glória de Deus (Sl 8.1; 104.31; 148.13)

Deus faz tudo para a glória do Seu nome (Is 43.6-7; 60.21; 61.3; Ef 1.5-6; 2Ts 1.10-12)

Todo o céu e a terra – especialmente os que pertencem ao povo de Deus – estão envolvidos em louvor à glória do nome de Deus (1Cr 16.28-29; Sl 29.1-2; 57.5; 72.18-19; 89.17-18; 115.1; Is 6.2-3; 40.10-12; Lc 2.14; Rm 16.27; Gl 1.5; Ef 5.21; Fp 4.20; 2Tm 4.18; Hb 13.21; 2Pe 3.18; Jd 25; Ap 1.6; 4.9, 11; 5.11-14; 7.12)

O alvo maior da vida de Jesus foi trazer glória ao nome do Pai (Jo 7.18; 12.27-28; 13.312-32; 17.1, 4-5)

O propósito da obra da redenção é a glória de Deus (Sl 79.9; Ef 1.6, 11, 14; Fp 2.11)

O propósito da criação, da redenção e de tudo que Deus faz é o louvor e a  exaltação do Seu nome (1Sm 12.22; Sl 23.3; 31.3; 109.21; 25.7; 25.11; 79.9; Jr 14.7; 1Jo 2.12; 2Sm 7.23; Sl 106.8; Is 63.12; Ez 20.9, 14, 22; Is 48.9, 11; Ez 36.21-23; Ez 39.25; Dn 9.19)

Até mesmo a virtude e a santidade do povo de Deus servem a glória do nome de Deus (Mt 5.16; Fp 1.10-11; Jo 15.8; Rm 15.5-6; 1Pe 2.12)

O livro de Ezequiel: um modelo de como Deus faz tudo a fim de que o Seu nome seja conhecido, louvado e glorificado!

Ez 6.7, 10, 13, 14; 7.4, 9, 27; 11.10, 12; 12.15, 16, 20, 25; 13.9, 14, 21, 23; 14.8; 15.7; 16.62; 20.5, 7, 12, 19, 20, 26, 38, 42, 44; 22.16; 23.49; 24.24, 27; 25.5, 7, 11, 17; 26.6; 28.22, 23, 24, 26; 29.6, 9, 16, 21; 30.8, 19, 25, 26; 32.15; 33.29; 34.27; 35.4, 9, 12, 15; 36.11, 23, 38; 37.6, 13; 38.23; 39.6, 7, 22, 28-25

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One Comment
  1. A Sobernia de DEUS ela é eterna e poderosa como Ele, por fazer parte do seu ser. Ele escolheu os homens antes da criação do mundo, o que nos leva a dizer que Ele já era poderoso, e não depois da criação. Foi e será sempre. Infelizmente o homem tenta resistir à sua vontade, assim como o fêz o inimigo. E aí? O QUE ACONTECEU? O QUE ACONTECERÁ? Sua SOBERANIA é tão grande, que ninguém sabe, nem mesmo o filho, somente o Pai o tempo certo. Ela a Soberania é imutável (Hb 6.17). Para alguns é difícil ou não querem compreender, contude sabemos do seu poder (Jó 37;23). Várias passagens na Bíblia nos mostra o seu poder sobre tudo, sobre os homens, nações, natureza, tudo; Pois Ele foi o criador e dono de todas as coisas; um exemplo encontramos no livro de Jonas, o qual era teimoso, foi preciso “exemplificá-lo”.O importante é que devemos reconhecer, louvar e glorificar SEU NOME, p/ ser reconhecido em todos os lugares; é o dever de cada cristão. Sem Ele não somos nada. i.e somos mortos. Lembre-se feliz é o filho que depende do PAI. AMém.

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